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Fechamento Mensal do Mercado – Setembro 2025

Acompanhe o fechamento do mercado global em setembro de 2025: índices, moedas, commodities e decisões de juros que moldaram o mês.

01 out 2025

Setembro de 2025 se consolidou como um mês de ajustes e pistas estratégicas nos mercados globais.

Em meio a decisões monetárias e dados econômicos com sinais mistos, investidores globais passaram a reavaliar cenários e calibrar suas expectativas.

Setembro foi marcado por três grandes vetores no cenário internacional:

1. Decisões de juros nos EUA e Brasil

2. Dados econômicos mistos

3. Reações geopolíticas inesperadas

Juros: cortes e cautela

No dia 17, o Banco Central americano (FED) reduziu a taxa básica de juros em 0,25%,para o intervalo entre 4,00% e 4,25%.

Já no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 15,00% ao ano, reforçando o compromisso com o controle da inflação.

Apesar do corte nos EUA, os dados mais fortes de emprego e inflação geraram dúvidas sobre novas reduções. O mercado passou a ajustar suas expectativas com mais cautela.

Desempenho dos Principais Índices Globais

Estados Unidos (S&P 500, Nasdaq, Dow Jones)

Nos Estados Unidos, a recuperação do mercado avançou ao longo do mês, com reflexos diretos do corte de juros e do otimismo com estímulos.

No início de setembro os retornos mensais estimados foram:

Esse impulso acumulado até metade do mês refletia uma retomada sustentada após as volatilidades de agosto.

Entretanto, nos dias finais, os índices chegaram a registrar quedas consecutivas de dois dias, em um momento em que a euforia cedeu espaço à cautela.

Ainda assim, até aquele ponto, o desempenho de setembro mostrou forças notáveis, sendo observado como o melhor mês de setembro em muitos anos, especialmente se considerarmos que historicamente setembro é considerado um mês fraco para ações.

Bolsas Mundiais

Na Europa, os mercados reagiram também positivamente ao movimento global de liquidez e às expectativas de juros mais brandos nos EUA.

Apesar das pressões fiscais e incertezas políticas em países como França, Reino Unido e Alemanha, os principais índices europeus conseguiram segurar ganhos moderados.

O Ibovespa teve desempenho positivo, impulsionado pelo cenário externo e pelas projeções de inflação mais baixas.

Outras moedas relevantes, como o iene japonês e o yuan, oscilaram em função de intervenções locais e tensão comercial global.

Moedas e Commodities

Dólar

No segmento cambial, o dólar manteve uma postura forte nas primeiras semanas de setembro, apoiado pela liquidez global e expectativas de diferenciais de juros ainda favoráveis nos EUA.

À medida que o corte de juros foi consolidado, porém, o dólar cedeu parte dos ganhos frente ao real, ajustando-se ao novo panorama.

Euro

O euro, por sua vez, ganhou leve apreciação frente ao dólar, sustentado por previsões de condução monetária menos agressiva e por uma procura renovada de ativos europeus.

Ouro – cotação e variação mensal

O ouro foi favorecido com a migração de capitais para ativos considerados refúgio em momentos sensíveis, o metal acumulou valorização durante setembro.

A busca por proteção contra volatilidade e potenciais choques macro elevou o apetite por ouro em momentos pontuais do mês.

Criptomoedas – destaque para Bitcoin

No universo cripto, o destaque voltou-se ao Bitcoin, que trafegou entre otimismo e nervosismo diante do interesse por ganhos rápidos seguido pelos cortes de juros e pela liquidez global.

Taxas de Juros Internacionais

Decisões do Federal Reserve (EUA)

A decisão mais aguardada do mês foi, como já citamos, a do comitê do Fed (FOMC), que reduziu a taxa de juros em 0,25%, entre 4,00% e 4,25%.

O Fed enfatizou que a nova projeção indicava pelo menos dois cortes adicionais até o final do ano, embora com cautela quanto ao ritmo.

Decisões do COPOM

No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15,00% em setembro, adotando uma postura firme diante da inflação ainda elevada e da meta de convergência.

A ata do comitê destacou que a projeção de inflação de 4,8% para 2025 exige atenção e pouco espaço para flexibilizações.

Banco Central Europeu (Zona do Euro)

Em setembro, o Banco Central Europeu adotou uma postura cautelosa, de olho na inflação que continua alta e nos movimentos da economia local.

Ao longo do mês, os mercados europeus evitaram mudanças bruscas, refletindo a cautela diante da instabilidade global e das dúvidas fiscais em países-chave da zona do euro.

Expectativas para outubro e próximos indicadores

Para outubro, o mercado estará de olhos em duas frentes: dados econômicos nos EUA (relatórios de emprego, índice de preços ao consumidor e atividade industrial) e decisões de bancos centrais globais, especialmente no Brasil e Europa.

No campo regulatório brasileiro, a MP 1303 — que trata da tributação de investimentos — pode passar por ajustes. A proposta prevê tributação de 7,5% para LCIs e LCAs, enquanto CRIs, CRAs, fundos imobiliários e Fiagros permaneceriam isentos.

Quer acompanhar em tempo real as reações dos mercados, os comunicados dos bancos centrais e análises detalhadas? Visite nossa página de notícias no portal Avenue Connection para se manter informado com as principais notícias do mercado internacional.

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Redação Avenue

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