Aprenda com o ex-tenista Henrique Cunha como a disciplina e a estratégia do tênis podem ser aplicadas aos seus investimentos.
12 mar 2026
Imagine a cena: você está no Miami Open, um dos torneios de tênis mais prestigiados do mundo. A energia da torcida, vinda de todos os cantos do planeta, preenche a quadra. Como cliente que está acompanhando pessoalmente, você não é apenas um espectador, mas um convidado especial com acesso a um lounge exclusivo e experiências únicas. A viagem foi tranquila, o câmbio facilitado, e tudo ao redor respira um ar de internacionalização.
Se você se planejou para estar em eventos como o Miami Open, também pode se planejar para que seus investimentos estejam no mesmo nível desse palco global. A verdade é que as lições de um esporte de alta performance, como o tênis, podem oferecer um roteiro interessante para o investidor brasileiro que deseja expandir seu patrimônio.
E ninguém melhor para traçar esse paralelo do que Henrique Cunha, ex-tenista profissional com carreira internacional e hoje sócio e head do relacionamento private na Avenue.
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Diversificação de investimentos: por que você precisa olhar além do Brasil agora
Estar no Miami Open é estar em uma verdadeira experiência global. Cunha destaca que essa atmosfera não é por acaso.
“O tênis é um esporte global. O circuito está em todos os continentes. A quadra cheia tem diferentes pessoas, diferentes nacionalidades”, explica.
Essa diversidade em Miami, que ele chama de “o Master 1000 da América Latina”, é um reflexo do que os investimentos globais representam: um universo de possibilidades que vai muito além das nossas fronteiras.
Entender isso é o primeiro passo para ver que seu dinheiro também pode fazer parte desse cenário.
Uma coisa é fato: nenhum atleta de ponta entra em quadra sem preparação. Para o investidor, a lógica é a mesma. A rotina de um tenista profissional oferece um guia prático para quem quer iniciar nos investimentos globais.
Como resume Cunha, a disciplina é o fator que conecta esses dois mundos: “Se você não tem essa disciplina, não consegue atingir os objetivos para ter um planejamento financeiro, uma diversificação global também.”

Divulgação/Henrique Cunha
Henrique Cunha construiu sua carreira jogando nos Estados Unidos e no circuito internacional, adaptando-se a diferentes quadras, culturas e estilos de jogo. Essa experiência ensinou a ele uma lição valiosa: para crescer, é preciso competir no cenário mundial.
O mesmo vale para seus investimentos. Limitar sua carteira ao mercado brasileiro é como um tenista que só joga torneios locais: o potencial de crescimento fica restrito.
Cunha reforça essa visão:
Expandir para os investimentos globais não é apenas uma opção, mas uma estratégia a ser considerada por quem busca mais oportunidades e proteção de estar exposto a uma única economia em seu patrimônio.
Imagine as cenas: um match point contra ou um tie-break decisivo. No tênis, a pressão é constante. No mercado financeiro, ela aparece na forma de uma bolsa em queda, uma alta inesperada do dólar ou uma notícia política que abala as estruturas. Em ambos os casos, o despreparo leva a decisões impulsivas e, quase sempre, equivocadas.
A frieza de um atleta em um momento crítico é uma habilidade que o investidor precisa desenvolver – tanto ao investir no Brasil, quanto ao diversificar lá fora. Ter um plano bem definido é o que permite tomar as melhores decisões.
“O tênis te ajuda a ter um pouco mais de frieza e saber lidar em momentos em que talvez as coisas não estejam indo muito bem”, comenta Cunha. Ele completa dizendo que, diante das oscilações, é preciso confiar na estratégia e evitar o pânico. “Oscilações são normais, acontece. A pior coisa é tomar decisão por emoção quando o mercado está muito volátil.”
Na Avenue, damos todo o suporte para que o cliente possa fazer uma alocação estrutural dos seus investimentos, não tática. Assim, de acordo com seus objetivos e perfil de risco, ele consegue navegar no maior mercado financeiro do mundo com maior convicção sobre suas escolhas a estratégia.
É importante lembrar ainda que estratégias passadas não garantem resultados futuros e todo investimento envolve riscos.
Nenhum tenista vence um torneio sozinho. Por trás dele, há uma equipe completa com técnico, preparador físico, fisioterapeuta e analistas. Da mesma forma, o investidor não precisa enfrentar o desafio dos investimentos globais por conta própria.
A parceria entre Avenue e Itaú funciona como esse time de especialistas. De um lado, você tem a maior plataforma de investimentos para brasileiros no exterior, com conta internacional em dólar e acesso direto aos mercados globais.
Do outro, a solidez e os benefícios de um banco como o Itaú, que te leva a experiências como o próprio Miami Open. Juntos, eles tornam o jogo global mais acessível e prático para você.
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A jornada de um investidor global se assemelha muito à de um tenista. Nas palavras de Henrique, o segredo é começar e evoluir passo a passo.
Assim como no tênis, você não precisa começar jogando a final de um Grand Slam. Comece com um investimento menor, aprenda, ajuste e, aos poucos, você dominará a estratégia.
Se você já está assistindo ao Miami Open, o próximo passo é fazer com que seus investimentos também estejam em quadras globais.
A Avenue e o Itaú estão juntos para te ajudar nessa jornada, do primeiro saque aos investimentos globais.

Fotógrafo: Alexandre Schneider
Henrique Cunha é um ex-tenista brasileiro que alcançou o nº 6 do ranking mundial da ITF no juvenil. No tênis universitário, competiu pela Duke University, uma das universidades mais prestigiadas do país. Chegou a ser número 1 do ranking de simples da NCAA, o principal circuito universitário dos Estados Unidos. Após a carreira universitária, Henrique competiu no circuito profissional da ATP, alcançando posição entre os top 250 do ranking mundial.
Ao encerrar sua carreira no esporte, Henrique migrou para o mercado financeiro, onde construiu uma trajetória sólida em Private Banking, atuando há mais de uma década com clientes brasileiros que investem no exterior. Hoje, é sócio e head do relacionamento private na Avenue.
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