11 set 2026
Viagens internacionais em dólar costumam ser tratadas como assunto de quem já tem uma vida financeira consolidada e sobra de tempo. Mas para Içara Rita dos Santos Costa, gaúcha de 67 anos, empresária e sobrevivente de uma situação extrema como assistente social no sistema penitenciário, esse tema chegou tarde, e por isso mesmo, com mais intensidade.
A história de Içara é a terceira da série Isso Mudou Tudo, que reúne relatos reais de clientes sobre como a organização financeira impactou decisões de vida que vão muito além do extrato bancário.
Neste artigo, usamos a trajetória dela para falar sobre planejamento de viagens internacionais em dólar de um jeito menos técnico e mais humano, sem deixar de trazer os conceitos que sustentam essa jornada.
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Içara administra, com as duas irmãs, a confeitaria fundada por sua mãe há 54 anos, em Porto Alegre. Depois de 30 anos à frente do negócio, ela chegou a um ponto de maturidade que permitiu delegar a operação do dia a dia para se dedicar ao que considera essencial: os laços afetivos com a família e a realização de sonhos de viagem.
Esse é um retrato comum da chamada Geração Prateada: pessoas que atravessaram décadas de trabalho intenso e, ao chegar em um momento de maior estabilidade, redescobrem o desejo de viajar, e de fazer isso com propósito, não apenas quando o trabalho permite.
Içara fez sua primeira viagem internacional sozinha em 2024, para Machu Picchu, depois de anos adiando o sonho. Em maio deste ano, viajou com as irmãs para Roma, Paris e Suíça, em celebração aos 54 anos da confeitaria. A próxima parada já está definida: Ushuaia.
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Antes de conhecer a Avenue, Içara descreve um ritual estressante que qualquer brasileiro que já viajou para fora do país reconhece: comprar dólar em cima da hora, carregar dinheiro em espécie na doleira com medo de assalto e controlar cada gasto para o valor durar até o fim da viagem.
Esse tipo de relato ilustra bem por que o câmbio, quando tratado apenas na véspera da viagem, tende a custar mais caro e gerar mais insegurança. Para entender a lógica por trás disso, vale ver 🔗 Câmbio, seção do Connection dedicada ao tema.
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Apresentada à Avenue pela própria filha, que atua como sua consultora financeira, Içara passou a separar uma reserva específica para viagens, investida diretamente em dólar, de forma gradual.
Esse modelo elimina a necessidade de comprar dólar sob pressão, às vésperas do embarque, e reduz a exposição a variações bruscas de câmbio justamente no momento em que o investidor tem menos margem de negociação. É o mesmo princípio explorado em 🔗 Impacto do dólar no seu patrimônio: quanto investir no exterior para não sentir.
Além da questão cambial, Içara destaca dois pontos que fazem diferença concreta na experiência de quem viaja: não precisar carregar dinheiro em espécie e ter suporte em português quando algo sai do previsto.
É importante reforçar: esse relato é a experiência pessoal de Içara, e o que ela viveu não é uma promessa de resultado para quem investe ou se planeja financeiramente, cada trajetória é única e depende de contexto, objetivos e perfil de risco próprios.
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Um dos aprendizados mais práticos de Içara é o hábito de reabastecer a reserva de viagem assim que retorna de uma viagem, criando um ciclo contínuo em vez de recomeçar o planejamento do zero a cada vez.
Esse tipo de disciplina financeira contínua é um dos pilares de um planejamento de longo prazo mais amplo. Para quem está começando a estruturar isso, vale um primeiro contato com 🔗 Planejamento Financeiro, seção do Connection dedicada ao tema.
A trajetória de Içara é pessoal, mas os elementos que aparecem nela se repetem em qualquer planejamento de viagem internacional. Alguns pontos que costumam fazer parte dessa construção:
01. Mitigação cambial
Investir de forma gradual em dólar, em vez de comprar moeda estrangeira apenas na véspera da viagem, reduz a exposição a variações bruscas de câmbio no momento de menor controle sobre o preço.
02. Segurança física e operacional
Ter o saldo disponível em um cartão internacional elimina a necessidade de portar grandes volumes de dinheiro em espécie e de lidar com as taxas altas de cartões de crédito emitidos no Brasil para uso no exterior.
03. Praticidade e suporte em português
Gerenciar saldo e investimentos por aplicativo, com suporte ágil em português para resolver imprevistos, é um diferencial relevante para quem não fala outros idiomas.
04. Reserva contínua, não pontual
Reabastecer a reserva de viagem ao retornar, em vez de recomeçar o planejamento do zero a cada nova viagem, cria previsibilidade e reduz o estresse financeiro de decisões de última hora.
A trajetória de Içara é contada com mais profundidade no vídeo da série Isso Mudou Tudo, parte do projeto Fábrica de Depoimentos da Avenue.
A história de Içara Costa mostra uma faceta do planejamento financeiro que raramente aparece em conteúdos sobre viagem: o objetivo não é só pagar menos no câmbio, é ganhar liberdade para decidir viajar sem depender do momento certo do dólar ou de juntar dinheiro às pressas.
Cada pessoa tem sua própria versão dessa equação. O que a trajetória de Içara ilustra é que organizar uma reserva em dólar com antecedência é o que cria espaço para viver sonhos que, de outra forma, ficariam sempre para “quando der”.
Abra sua conta internacional na Avenue e comece a planejar sua próxima viagem em dólar.
Por que vale a pena ter uma reserva em dólar para viajar, em vez de comprar moeda na véspera?
Porque o câmbio à vista, comprado sob pressão perto da data da viagem, tende a custar mais caro e a expor o investidor a variações bruscas. Uma reserva construída de forma gradual reduz esse risco.
É seguro levar um cartão internacional em vez de dinheiro em espécie?
Sim. Usar um cartão com saldo garantido em dólar reduz o risco físico de portar grandes quantias em espécie e elimina a dependência de conversões de última hora no destino.
Investir em dólar pelo Brasil para fins de viagem é legalizado?
Sim. Por meio de plataformas como a Avenue, o processo é feito de forma transparente e reportado ao Imposto de Renda, com custódia sob regulação de órgãos como FINRA e SIPC nos Estados Unidos.
Esse tipo de reserva é indicado para qualquer perfil de investidor?
A alocação ideal depende do perfil de risco, dos objetivos e do horizonte de cada pessoa. Este conteúdo tem caráter educacional e não constitui recomendação de investimento.
Este é um testemunho não remunerado. O depoimento pode não representar a experiência de outros clientes. O depoimento não garante desempenho ou sucesso futuro. O investimento internacional envolve riscos especiais, incluindo flutuações cambiais, diferentes padrões de contabilidade financeira e possível volatilidade política e econômica.
Investimentos envolvem riscos, incluindo a possível perda do capital investido. Rentabilidade passada não é garantia de resultado futuro. Este conteúdo tem caráter exclusivamente educacional e não constitui recomendação de investimento. Antes de investir, avalie seus objetivos, horizonte de investimento e tolerância ao risco.
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