11 jul 2026
Planejamento familiar é, na maior parte das vezes, tratado como planilha: quanto guardar, em qual ativo, com qual prazo. Mas para Renata Cardonia – hoje planejadora financeira, antes executiva de uma multinacional – o planejamento familiar começou com uma pergunta que não tinha nada de técnica: “se hoje for meu último dia, como fica essa criança?”
A história de Renata é a primeira da série Isso Mudou Tudo, que reúne relatos reais de clientes sobre como a organização financeira impactou decisões de vida que vão muito além do extrato bancário.
Neste artigo, usamos a trajetória dela para falar sobre planejamento familiar de um jeito menos técnico e mais humano – sem deixar de trazer os conceitos que sustentam essa jornada.
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Renata conta que a chegada do filho mudou a forma como ela se relacionava com dinheiro – não pelo aumento de despesas, mas por uma pergunta que ela nunca tinha feito antes.
Essa é uma experiência comum a muitos pais e mães: o planejamento familiar deixa de ser um conceito distante quando existe alguém cuja segurança depende diretamente das decisões financeiras de hoje. Não é sobre acumular por acumular – é sobre garantir que, na ausência de um dos provedores, a estrutura da família continue de pé.
Esse tipo de planejamento de longo prazo é tratado com mais profundidade no artigo 🔗 Planejamento financeiro e investimentos: estratégias para dolarizar seu patrimônio, que explora como a diversificação em moeda forte se conecta a objetivos familiares de médio e longo prazo.
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A trajetória de Renata também passa por um momento de vulnerabilidade comum a muitas mães: o retorno ao trabalho após a licença maternidade, em um contexto de insegurança profissional.
Pouco tempo depois, o que ela temia aconteceu: um layoff. Mas, ao invés de tratar esse momento apenas como uma crise, Renata reconhece nele também uma virada de chave – o início de uma relação mais consciente com o próprio patrimônio.
Momentos de transição de carreira – como um layoff, uma demissão ou uma decisão de empreender – costumam ser também o ponto de partida para revisar todo o planejamento familiar. Para entender como o dólar pode ser parte dessa proteção, veja 🔗 Impacto do dólar no seu patrimônio: quanto investir no exterior para não sentir.
Um dos pontos mais marcantes da trajetória de Renata é a forma como ela reformula o que significa estar “sem emprego”. Para ela, ter o patrimônio organizado e rendendo permitiu uma escolha que ia muito além do dinheiro: a escolha de estar presente.
Essa passagem culmina em um dos relatos mais marcantes de toda a entrevista: o momento em que o filho de Renata, depois de meses de adaptação escolar, conseguiu se despedir dela sem precisar de apoio.
É importante reforçar: esse relato é a experiência pessoal de Renata, e o que ela viveu não é uma promessa de resultado para quem investe ou se planeja financeiramente – cada trajetória familiar é única, e os caminhos de cada família vão depender de contexto, objetivos e tolerância a risco próprios.
O que a história de Renata ilustra é um princípio de planejamento familiar: organizar o patrimônio com antecedência amplia o espaço de escolha quando o imprevisto chega.

A trajetória de Renata não terminou na reorganização financeira pessoal. O processo de entender melhor as próprias finanças despertaram um interesse que a levou a se tornar, anos depois, planejadora financeira certificada.
Esse não é o foco central deste artigo – o objetivo aqui é falar sobre planejamento familiar, não sobre escolha de carreira -, mas vale registrar como ilustração de um padrão comum: organizar as próprias finanças, principalmente sob pressão de um momento de transição, frequentemente desperta um interesse genuíno pelo tema que vai muito além da necessidade inicial.
Quem está nessa fase de aprendizado inicial sobre organização financeira pode se beneficiar de um primeiro contato estruturado com o tema em 🔗 Planejamento Financeiro, seção do Connection dedicada a esse universo..
A história de Renata é pessoal, mas os elementos que aparecem nela são recorrentes em qualquer processo de planejamento familiar. Alguns pontos que costumam fazer parte dessa construção:
Pensar no que aconteceria com a família em caso de perda de renda, afastamento ou falecimento de um dos provedores é um exercício desconfortável, mas estruturante. Isso pode envolver desde uma reserva de emergência robusta até instrumentos mais específicos de proteção patrimonial e sucessória.
Ter o patrimônio concentrado em uma única fonte de renda, um único país ou uma única moeda aumenta a vulnerabilidade da família a eventos que estão fora do controle de qualquer pessoa – como uma crise no setor de atuação profissional ou uma forte desvalorização cambial.
Para entender como a diversificação internacional se conecta a esse objetivo, veja 🔗 Diversificação Internacional.
Planejamento familiar também envolve pensar no que acontece depois – como o patrimônio será transferido, com qual eficiência tributária e com qual grau de proteção contra processos de inventário longos e custosos. É um tema que muitas famílias evitam discutir, mas que ganha urgência justamente nos momentos em que menos se espera.
A Avenue tem um material dedicado a esse tema: 🔗 E-book Sucessão Patrimonial no exterior, que detalha estratégias como holdings familiares e instrumentos sucessórios internacionais.
Ter clareza sobre onde e como o patrimônio da família está organizado – inclusive em moeda estrangeira – facilita decisões em momentos de pressão, como os que Renata viveu.
Veja como funciona uma conta internacional em 🔗 Conta Corrente Internacional.
A trajetória de Renata é contada com mais profundidade no vídeo da série Isso Mudou Tudo, parte do projeto Fábrica de Depoimentos da Avenue. No vídeo, ela compartilha com mais detalhes a jornada que vai do layoff à reconstrução financeira e à decisão de se tornar planejadora financeira.
A história de Renata Cardonia mostra uma faceta do planejamento familiar que raramente aparece em conteúdos sobre finanças: o objetivo final não é o saldo da conta, é o que esse saldo permite. No caso dela, foi poder estar presente em um momento que nunca mais voltaria.
Cada família tem sua própria versão dessa equação. O que a trajetória de Renata ilustra é que organizar o patrimônio com antecedência – pensando em proteção, diversificação e sucessão – é o que cria espaço para escolhas que, de outra forma, não estariam disponíveis.
Este é um testemunho não remunerado. O depoimento pode não representar a experiência de outros clientes. O depoimento não garante desempenho ou sucesso futuro. O investimento internacional envolve riscos especiais, incluindo flutuações cambiais, diferentes padrões de contabilidade financeira e possível volatilidade política e econômica. Embora a Avenue esteja familiarizada com as disposições fiscais relacionadas aos assuntos aqui tratados, não está qualificada para oferecer aconselhamento tributário ou jurídico. Você deve consultar um profissional qualificado para tratar dessas questões relacionadas a sucessão patrimonial. Investimentos envolvem riscos, incluindo a possível perda do capital investido. Rentabilidade passada não é garantia de resultado futuro. Este conteúdo tem caráter exclusivamente educacional e não constitui recomendação de investimento. Antes de investir, avalie seus objetivos, horizonte de investimento e tolerância ao risco.
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