20 maio 2026
Descubra o que são as Big Techs, por que investir nessas gigantes da tecnologia e como acessar ações de empresas americanas pela Avenue!
As chamadas Big Techs deixaram de ser apenas empresas de tecnologia.
Hoje, elas estão no centro da economia global, influenciando desde inteligência artificial e computação em nuvem até consumo digital, publicidade, infraestrutura da internet e mercados financeiros.
Companhias como Apple, Microsoft, Amazon e NVIDIA passaram a concentrar parte relevante do valor das bolsas americanas e se tornaram protagonistas das principais tendências tecnológicas do mundo.
Para investidores brasileiros, isso também trouxe uma mudança importante: cada vez mais pessoas começaram a olhar para o mercado americano não apenas como uma forma de diversificação geográfica, mas também como uma maneira de acessar setores que têm pouca representatividade no Brasil, especialmente tecnologia e inovação.
Mas afinal, o que são as Big Techs? Por que essas empresas ganharam tanta relevância? Quais são os riscos envolvidos? E como investidores brasileiros podem acessar esse mercado?
Neste artigo, vamos explicar como funcionam as Big Techs, porque elas chamam tanta atenção no mercado financeiro e como investir em empresas de tecnologia americanas através do mercado internacional.
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O termo Big Techs é usado para se referir às maiores empresas de tecnologia do mundo. Essas são companhias que recentemente se tornaram protagonistas não apenas do setor tech, mas da economia global como um todo.
Em geral, esse grupo inclui gigantes americanas como Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet (controladora do Google), Meta, Tesla e NVIDIA.
Nos últimos anos, elas passaram a ser frequentemente chamadas pelo mercado de “Magnificent 7”, em referência ao peso crescente que ganharam nas bolsas americanas. Antes disso, talvez você as conhecesse por FAANG – acrônimo para Facebook (Meta), Apple, Amazon, Netflix e Google (Alphabet).
Essas empresas possuem algumas características em comum. A principal delas é a enorme escala global. Seus produtos e serviços fazem parte do cotidiano de bilhões de pessoas, seja através de smartphones, sistemas operacionais, computação em nuvem, redes sociais, e-commerce, inteligência artificial, publicidade ou semicondutores.
Outro ponto importante é o tamanho financeiro dessas companhias. Muitas Big Techs possuem valor de mercado superior ao PIB de diversos países, além de enorme geração de caixa e forte capacidade de investimento.
Hoje, boa parte da internet e dos serviços digitais utilizados diariamente passam, direta ou indiretamente, por essas empresas. Para investidores, elas passaram a chamar atenção porque concentram algumas das tendências mais relevantes da economia moderna – e, com isso, podem trazer grande potencial.
Nos últimos anos, as Big Techs passaram a ocupar um espaço central nas discussões sobre investimentos internacionais.
Como mencionamos, isso acontece porque essas empresas concentram algumas das principais tendências de crescimento da economia global, especialmente em áreas como inteligência artificial, computação em nuvem, automação e serviços digitais.
Para muitos investidores, a combinação entre escala global, forte capacidade de inovação e presença dominante em mercados estratégicos pode ser atraente.
Outro fator que costuma chamar atenção é o histórico de crescimento dessas companhias ao longo dos últimos anos.
O avanço da internet, dos smartphones, da computação em nuvem e, mais recentemente, da inteligência artificial ajudou a impulsionar receitas, lucros e valor de mercado dessas empresas.
Dá, inclusive, para visualizar isso. Este gráfico compara o lucro por ação das ações “Magnificent 7” com o índice S&P 500:

Fonte: Business Insider
Além disso, muitas Big Techs possuem características que podem criar vantagens competitivas difíceis de replicar. Redes globais de usuários, grandes volumes de dados, ecossistemas integrados e marcas consolidadas acabam funcionando como barreiras de entrada para concorrentes menores.
Um exemplo disso é o ecossistema da Meta. Veja o gráfico abaixo, que mostra o número de usuários das principais redes sociais. Nos 3 primeiros lugares, vemos Facebook, WhatsApp e Instagram, todos da Meta. Em quarto está o YouTube, da Alphabet:

Fonte: Statista
Na prática, esse volume de usuários faz com que seja fácil de imaginar que essas companhias podem manter suas posições de relevância por longos períodos.
Outro ponto importante é que o setor de tecnologia americano possui uma representatividade muito maior do que a encontrada em mercados como o brasileiro.
Ou seja, para alguns investidores, isso também pode funcionar como uma forma de diversificação setorial e geográfica, reduzindo a dependência exclusiva da economia brasileira.
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Porém, é importante fazer uma ressalva: olhar para Big Techs não pode ser sinônimo de ignorar riscos nem de esperar uma garantia de retorno.
Esse setor pode apresentar forte volatilidade, mudanças regulatórias e ciclos de crescimento diferentes ao longo do tempo, como explicaremos mais a fundo a seguir.
Apesar do peso das Big Techs na economia global, investir nesse setor também envolve riscos importantes. Separamos 5 dos principais para você conhecer:
Como poucas empresas representam uma parcela relevante dos principais índices americanos, movimentos negativos nessas companhias podem afetar uma parte expressiva do mercado.
Nos Estados Unidos, na Europa e em outros mercados, grandes empresas de tecnologia enfrentam discussões sobre práticas antitruste, uso de dados, privacidade, inteligência artificial, tributação e poder de mercado. Portanto, mudanças regulatórias podem afetar modelos de negócio, margens e perspectivas de crescimento.
Big Techs costumam ser empresas muito acompanhadas pelo mercado e negociadas com expectativas elevadas. Quando resultados, projeções ou investimentos não acompanham essas expectativas, os preços das ações podem sofrer correções relevantes.
Um exemplo disso é a Tesla, que está sendo negociada com um P/L de quase 400, ilustrando a forte expectativa do mercado sobre ela:

Fonte: Macrotrends
Liderar hoje não garante liderança amanhã. Mudanças tecnológicas, novos concorrentes, erros estratégicos ou atrasos em tendências como inteligência artificial, computação em nuvem e semicondutores podem alterar rapidamente a percepção do mercado.
Ao investir em ações de Big Techs americanas ou em ETFs internacionais, o retorno em reais também será influenciado pela variação do dólar. Em alguns períodos, o câmbio pode ajudar; em outros, pode reduzir os ganhos ou ampliar perdas.
Por isso, Big Techs podem fazer parte de uma estratégia global, mas não devem ser vistas como investimento livre de risco. O ideal é avaliar essa exposição dentro de uma carteira diversificada, compatível com o perfil, os objetivos e o horizonte de tempo de cada investidor.
Com a popularização dos investimentos internacionais, acessar empresas de tecnologia americanas ficou muito mais simples para o investidor brasileiro.
Hoje, através de uma conta internacional na Avenue, é possível investir diretamente no mercado americano sem precisar abrir conta em um banco nos Estados Unidos ou lidar sozinho com toda a complexidade operacional.
Uma das formas de acessar esse setor é através do investimento direto em ações de empresas listadas nas bolsas americanas, como NYSE e Nasdaq. Dessa forma, o investidor consegue ter exposição individual a companhias ligadas a tecnologia, inteligência artificial, semicondutores, computação em nuvem, redes sociais e outros segmentos digitais.
Uma alternativa envolve ETFs focados em tecnologia ou em índices americanos que possuem forte participação das Big Techs. Nesse modelo, o investidor acessa uma cesta diversificada de empresas através de um único ativo, reduzindo a necessidade de selecionar ações individualmente.
É importante destacar que nenhuma dessas estruturas elimina riscos de mercado, volatilidade ou risco cambial. A decisão entre investir diretamente em ações, ETFs ou outros veículos depende dos objetivos, do horizonte de tempo e do perfil de risco de cada investidor.
Além do acesso ao mercado americano, a Avenue oferece uma experiência integrada para brasileiros que desejam investir internacionalmente, com abertura de conta simplificada, plataforma em português e acesso direto ao ecossistema financeiro dos EUA.
Se você quer explorar oportunidades no mercado americano e investir em empresas globais de tecnologia de forma mais simples, abra sua conta na Avenue e comece a acessar o mercado internacional.
DISCLAIMERS
A situação de cada investidor é única e você deve considerar seus objetivos de investimento, tolerância ao risco e horizonte de tempo antes de fazer qualquer investimento. Investir envolve risco e você pode incorrer em um lucro ou perda, independentemente da estratégia selecionada. O conteúdo acima não é uma recomendação para comprar ou vender qualquer ativo individual ou qualquer combinação de ativos.
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