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Como investir em dólar viabilizou a faculdade da Luana nos EUA

23 out 2026

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Resumo

Luana sempre quis estudar fora. Desde o ensino médio, pesquisou sozinha como funciona o processo de admissão nos Estados Unidos, fez o SAT, se envolveu em atividades extracurriculares e, no fim, foi aprovada na University of South Florida (USF), com bolsa. Hoje ela cursa Publicidade e Relações Públicas por lá e já perdeu a conta de quantos amigos fez de países diferentes.

Quem acompanhou essa trajetória de perto foi o pai dela, Patrício Laguna, economista. No quarto episódio da série Isso mudou tudo, os dois contam como investir em dólar viabilizou a faculdade da Luana nos EUA – um sonho que só se tornou realidade porque Patrício já vinha, há anos, organizando parte do patrimônio na moeda americana, inicialmente pensando em viagens, depois com um propósito mais claro: dar segurança cambial para o período em que a filha estivesse estudando fora.

“Essa decisão mudou tudo e nos deu total segurança.”

Patrício Laguna

Por que estudar fora pede um planejamento em dólar

Faculdade americana cobra em dólar: mensalidade, moradia, alimentação, passagens. Quem planeja só em real fica exposto à variação cambial justamente quando precisa de previsibilidade. Foi esse o ponto de virada para Patrício: ele já investia em dólar havia anos, mas sem pensar especificamente em custear uma graduação no exterior.

Quando a filha decidiu que iria para os EUA, ele ampliou as opções de investimento buscando proteção patrimonial e liquidez em dólares suficientes para cobrir o período inteiro do curso, independentemente da volatilidade cambial.

🔗 Planejamento para estudar no exterior: como organizar suas finanças para custos em dólar

O processo de admissão nos EUA é bem diferente do brasileiro

Luana conta que, como a escola dela não tinha um programa de preparação específico para faculdades americanas, teve que estudar o processo por conta própria. Nos Estados Unidos, o candidato faz o SAT (equivalente ao Enem, mas com uma nota única usada para se candidatar a várias universidades) e passa por uma avaliação que vai muito além das notas: atividades extracurriculares, trabalho voluntário, clubes e até hobbies entram na análise.

“Minha escola não tinha nenhum programa de preparação específico para faculdade nos Estados Unidos, então eu tive que aprender bastante desse processo sozinha mesmo.”
Luana

Ela aplicou para a USF no terceiro ano do ensino médio, ao mesmo tempo em que prestava vestibulares no Brasil, sem saber se conseguiria viabilizar financeiramente a ida. Quando a aprovação veio, veio também uma bolsa de estudos que reduziu bastante os custos – o que, somado ao planejamento em dólar do pai, destravou o sonho.

A experiência de estudar em um campus com mais de 100 nacionalidades

Um dos pontos que mais marcou Luana foi a diversidade cultural da USF, que recebe estudantes de mais de 100 países. Ela hoje tem amigos da Colômbia, da Venezuela, da Espanha, do Canadá, da Polônia, da África do Sul, da Índia e da Jamaica.

“Eu convivo realmente diariamente e tenho amigos do mundo inteiro – pessoas que talvez eu não tivesse contato se eu tivesse ficado aqui no Brasil.”
Luana

Participou de clubes como o Women in Business, apresentou uma palestra em formato TEDx ainda no ensino médio e, segundo ela, viver sozinha fora do Brasil foi um processo intenso de maturidade. Para Patrício, o maior desafio não foi financeiro, e sim emocional: a resistência inicial em deixar a filha ir morava na ideia de perder a convivência diária. “Mas como sempre foi muita vontade dela, sempre foi um sonho dela, eu fui amolecendo, amadurecendo essa ideia”, conta.

O papel do dólar além da faculdade

A história de Patrício e Luana também mostra como um planejamento em dólar pensado para um objetivo específico – como estudar fora – pode seguir rendendo para outros momentos da vida, como viagens e reservas de segurança.

“Você estudar em outro país faz com que você conviva com pessoas muito diferentes e tenha uma riqueza cultural muito grande.”
Patrício Laguna

É a mesma lógica que aparece em outras histórias da série Isso mudou tudo:

🔗 Episódio 01 – Renata Cardoni: de layoff a planejadora financeira

🔗 Episódio 02 – José Luiz Tavares: dólar como reserva para imprevistos

Para quem já está pensando em organizar as finanças da família com um objetivo parecido, vale complementar a leitura com:

🔗 Episódio 03 – Içara Rita dos Santos Costa: o sonho de viajar sozinha

🔗 Como fazer investimento para filhos: planejamento em real e dólar

🔗 Quanto custa um MBA no exterior e como investir para realizar o seu

🔗 Planejamento familiar: o que a história de Renata Cardonia traz sobre dinheiro, tempo e presença

E para acompanhar a cotação do dia a dia, sempre vale consultar o:

🔗 Dólar hoje

O que fica da história de Luana e Patrício

Estudar fora é, para muitas famílias brasileiras, um sonho que parece distante por conta do custo em dólar. A trajetória de Luana mostra que preparo acadêmico e um planejamento cambial com antecedência podem aproximar bastante esse sonho da realidade. E, como mostra a história de Patrício, o que começou como uma preocupação se transformou em um processo de proteção patrimonial e tranquilidade para a família toda.

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FAQ sobre a história de Luana

Como funciona o processo de admissão em universidades americanas?

Além do histórico escolar, as universidades nos EUA avaliam o SAT, atividades extracurriculares, trabalho voluntário e cartas de recomendação. É uma análise mais ampla do que o vestibular brasileiro.

É possível conseguir bolsa de estudos em universidades americanas?

Sim. Muitas universidades oferecem bolsas parciais ou integrais com base em mérito acadêmico, atividades extracurriculares ou necessidade financeira, avaliadas durante o próprio processo de aplicação.

Como investir em dólar pode viabilizar a faculdade nos EUA?

As despesas de faculdade americana (mensalidade, moradia, alimentação) são cobradas em dólar. Ter parte do patrimônio já investido na moeda reduz a exposição à variação cambial justamente no período em que a família mais precisa de previsibilidade.

Com quanto tempo de antecedência vale começar esse planejamento?

Não há uma regra fixa, mas quanto antes começar, mais tempo o patrimônio tem para se organizar e menos a família fica exposta a oscilações pontuais do câmbio.

O que é a USF (University of South Florida)?

É uma universidade pública americana localizada na Flórida, conhecida por receber estudantes de mais de 100 países e por sua diversidade cultural.

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Investimentos envolvem riscos, incluindo a possível perda do capital investido. Rentabilidade passada não é garantia de resultado futuro. Este conteúdo tem caráter exclusivamente educacional e não constitui recomendação de investimento. Antes de investir, avalie seus objetivos, horizonte de investimento e tolerância ao risco.

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Redação Avenue

Redação Avenue

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