Fazer um intercâmbio no Reino Unido é aquele plano que mistura sonho e estratégia de carreira. Estudar no país de Oxford, Cambridge e Imperial College, morar em cidades como Londres ou Edimburgo e voltar com um diploma reconhecido no mundo todo é, para muita gente, o primeiro passo concreto rumo a uma vida global.
Mas quem já começou a pesquisar sabe: o Reino Unido não é um destino barato. Mensalidades em libra, custo de vida alto e uma comprovação financeira rígida para o visto fazem do planejamento uma etapa tão importante quanto escolher a escola.
Neste guia, você vai entender como funciona cada modalidade (cursos de idiomas, graduação e pós-graduação), quanto custa estudar e morar no país, quais instituições são referência, as bolsas disponíveis, as regras de visto atualizadas e, no fim, um passo a passo para organizar as finanças com câmbio, conta internacional e investimentos, para tirar o intercâmbio do papel.
Leia também: 🔗 Guia completo para estudar no exterior: planeje seu futuro passo a passo e 🔗 Quanto custa um intercâmbio em 2026? Guia de valores por programa. Se o objetivo é a graduação completa, veja também 🔗 Faculdade no exterior: como planejar e investir para realizar esse sonho.
Por que o Reino Unido é um dos principais destinos de intercâmbio para brasileiros?
O interesse não para de crescer. Na Pesquisa Nacional Selo Belta 2026, o Reino Unido aparece em terceiro lugar entre os destinos mais procurados pelos brasileiros, praticamente empatado com os Estados Unidos e atrás apenas do Canadá. O mesmo levantamento mostra que o mercado de intercâmbio movimentou R$ 7 bilhões em 2025, alta de 27,3% sobre o ano anterior. Se você ainda está decidindo entre os dois países, veja 🔗 Intercâmbio nos EUA: quanto custa e como organizar as finanças da família.
Alguns motivos ajudam a explicar esse movimento:
- Reputação acadêmica: o país tem quatro universidades entre as dez melhores do mundo no QS World University Rankings 2027, algo que só os Estados Unidos igualam.
- Cursos mais curtos: a graduação costuma durar três anos (quatro na Escócia) e boa parte dos mestrados é concluída em um ano. Menos tempo fora também significa menos meses de custo de vida no orçamento.
- Opções para todos os momentos: dá para ir só por algumas semanas para um curso de inglês, fazer um semestre, uma graduação completa ou uma pós. Para quem pensa em começar ainda no ensino médio, confira 🔗 Intercâmbio de High School: guia para planejar o ano letivo no exterior.
- Porta de entrada para a Europa: a localização facilita viagens curtas e networking internacional.
- Experiência profissional depois do diploma: o Graduate Route permite trabalhar no país por um período após a formatura (veja as regras e mudanças mais adiante).
Principais cidades do Reino Unido para intercâmbio
A cidade escolhida pesa tanto no dia a dia quanto no bolso. Inclusive, o próprio governo britânico exige uma comprovação financeira maior para quem estuda em Londres. Veja as mais procuradas:
Londres
A capital concentra universidades de ponta, como Imperial College, UCL, King’s College London e LSE, além da maior oferta de escolas de idiomas do país. É também a cidade mais cara: segundo a Save the Student, o aluguel médio pago por estudantes em Londres chega a cerca de £ 793 por mês, o maior do país.
Manchester
Cidade universitária vibrante, com forte cena cultural e esportiva e custo de vida mais equilibrado que o da capital. A University of Manchester aparece entre as 40 melhores do mundo no ranking QS 2027.
Edimburgo
A capital escocesa combina arquitetura histórica, o famoso festival de agosto e a University of Edinburgh, 35ª colocada no QS 2027. Vale lembrar que, na Escócia, a graduação costuma ter quatro anos, o que muda a conta do orçamento total.
Oxford e Cambridge
Cidades pequenas que giram em torno das universidades mais tradicionais do mundo. A experiência é única, mas a moradia tende a ser cara para o tamanho da cidade e a disputa por vagas é alta.
Brighton e Bournemouth
Cidades litorâneas muito procuradas para cursos de inglês, com clima mais descontraído e grande número de escolas credenciadas.
Alternativas com custo menor
Bristol, Glasgow, Leeds, Sheffield e Newcastle oferecem universidades bem avaliadas com aluguel mais acessível. No Student Living Index 2025 da NatWest, Sheffield e Newcastle estão entre as cidades com aluguel estudantil mais baixo, perto de £ 490 por mês.
Quanto custa cada modalidade de intercâmbio no Reino Unido
Antes de olhar os números, um detalhe importante: universidades britânicas cobram valores diferentes para estudantes locais (home fee) e internacionais (overseas fee). O teto de £ 9.790 por ano para a graduação em 2026/27 vale para britânicos. Brasileiros pagam a tarifa internacional, que é bem mais alta e varia muito conforme o curso e a instituição.
Cursos de idiomas
É a porta de entrada mais comum. Em Londres, cursos intensivos em escolas de rede costumam custar entre £ 250 e £ 450 por semana, e cidades menores tendem a ser mais em conta. Em geral, quanto mais longo o curso, menor o preço por semana. Dê preferência a escolas credenciadas, o que também é exigido para alguns tipos de visto (veja a orientação da English UK).
Graduação (undergraduate)
A candidatura é feita pelo UCAS, sistema centralizado de admissão. Para estudantes internacionais, as anuidades costumam ficar entre £ 11.400 e £ 38.000, com medicina, engenharia e algumas áreas de laboratório acima dessa faixa. Em Oxford, a tarifa internacional de 2026/27 vai de £ 37.380 a £ 62.820; em Cambridge, de £ 29.052 a £ 70.554, segundo levantamento da UniAdmissions.
Pós-graduação (mestrado e MBA)
Os mestrados de um ano (taught master’s) são os queridinhos dos brasileiros: muitos programas internacionais ficam entre £ 16.000 e £ 35.000, enquanto MBAs de escolas de negócios de topo podem ir além. Se esse é o seu caminho, veja também 🔗 Quanto custa um MBA no exterior e como investir para realizar o seu.
Doutorado (PhD)
Programas de três a quatro anos, com valores que variam bastante por área. Uma diferença importante: é comum que doutorados tenham financiamento parcial ou integral (studentships), então vale pesquisar as oportunidades de cada departamento.
| Modalidade | Duração típica | Faixa de mensalidade (internacional) |
| Curso de inglês (Londres) | De 1 semana a 11 meses | £ 250 a £ 450 por semana |
| Graduação | 3 anos (4 na Escócia) | £ 15.000 a £ 38.000 por ano; medicina e engenharia acima |
| Mestrado | Geralmente 1 ano | £ 15.000 a £ 35.000; MBAs de topo acima |
| Doutorado | 3 a 4 anos | Variável; financiamento é comum |
Fontes: escolas e universidades britânicas, UniAdmissions e Dica de Londres. Valores aproximados para 2026/27; confirme sempre no site da instituição.
Quais são as instituições de ensino referência do Reino Unido
O QS World University Rankings 2027 confirma a força britânica: Imperial College London divide o 2º lugar mundial, seguida por Oxford (4º), Cambridge (6º) e UCL (8º). Também se destacam:
| Instituição | Cidade | Posição no QS 2027 |
| Imperial College London | Londres | 2º (empatada) |
| University of Oxford | Oxford | 4º |
| University of Cambridge | Cambridge | 6º |
| UCL (University College London) | Londres | 8º |
| University of Edinburgh | Edimburgo | 35º |
| King’s College London | Londres | 37º |
| University of Manchester | Manchester | 40º |
| London School of Economics (LSE) | Londres | 62º, com tradição em ciências sociais e economia |
Fonte: QS World University Rankings 2027.
Vale ficar de olho também no Russell Group, grupo de 24 universidades públicas com foco em pesquisa, que reúne boa parte das instituições mais reconhecidas do país. E lembre que ranking geral é só um ponto de partida: a força de cada universidade muda bastante de uma área para outra.
Bolsas de estudo e programas governamentais
A principal bolsa do governo britânico é a Chevening, financiada pelo Foreign, Commonwealth and Development Office (FCDO). Ela cobre mestrados de um ano em qualquer universidade do Reino Unido, incluindo mensalidade, custo de vida básico e passagens, e o Brasil está entre os países elegíveis. Em geral, os candidatos precisam ter graduação concluída, pelo menos dois anos de experiência profissional e se comprometer a voltar ao país de origem por dois anos após o curso.
O ciclo costuma abrir em agosto e fechar em outubro do ano anterior ao início das aulas. As inscrições para 2027/28, por exemplo, vão até 6 de outubro de 2026. Quem perder esse prazo pode começar a se preparar para o ciclo seguinte.
No Brasil, agências como CAPES e FAPESP têm programas para pós-graduação e pesquisa no exterior, e muitas universidades britânicas oferecem bolsas próprias para estudantes internacionais. Para entender o que cada tipo de bolsa costuma cobrir (e o que fica de fora), leia 🔗 Bolsas para intercâmbio: o que elas realmente cobrem.
Como é o custo de vida no Reino Unido?
De acordo com a pesquisa mais recente da Save the Student, um estudante no Reino Unido gasta em média £ 1.146 por mês. O aluguel é o maior item, perto de £ 551 mensais, seguido de supermercado, contas da casa e transporte. Em Londres, a conta sobe.
Quanto o governo britânico exige que você comprove
Para o visto de estudante, além da mensalidade do primeiro ano (descontando o que já foi pago), é preciso comprovar recursos para se manter, os chamados maintenance funds. O valor é calculado por mês, até o limite de nove meses, e depende de onde fica o seu curso, conforme as regras publicadas no GOV.UK:
| Local do curso | Pedidos até 29/11/2026 | Pedidos a partir de 30/11/2026 |
| Londres | £ 1.529/mês (máx. £ 13.761) | £ 1.570/mês (máx. £ 14.130) |
| Fora de Londres | £ 1.171/mês (máx. £ 10.539) | £ 1.203/mês (máx. £ 10.827) |
Fonte: UK Visas and Immigration (GOV.UK) e anúncio do Home Office sobre o reajuste de 30 de novembro de 2026.
| Fique atento à regra dos 28 dias O dinheiro precisa ficar na conta por pelo menos 28 dias consecutivos antes do pedido do visto, e o extrato não pode ter mais de 31 dias na data da solicitação. Ou seja: esse valor precisa estar disponível e parado com antecedência, e não pode ser usado nesse período. |
Fazendo a conta em reais: com a libra em valores próximos a e R$ 6,90, comprovar nove meses em Londres pelas regras novas exige cerca de R$ 97,6 mil, só para o custo de vida. Fora de Londres, perto de R$ 74,8 mil.
Outras despesas que entram no orçamento
- Taxa do visto de estudante: £ 558 desde 8 de abril de 2026.
- Immigration Health Surcharge (IHS): £ 776 por ano de visto, pagos adiantado no pedido, para ter acesso ao sistema público de saúde (NHS). Detalhes no GOV.UK.
- Caução e primeiro aluguel: na chegada, é comum pagar depósito e o primeiro mês de uma vez.
- Passagens, material e uma reserva de emergência para imprevistos.
Precisa de visto para estudar no Reino Unido?
Depende do tipo e da duração do curso. Em resumo:
| Situação | O que você precisa | Pode trabalhar? |
| Curso de até 6 meses (ex.: inglês) | Sem visto, mas com ETA obrigatória: £ 20, válida por 2 anos | Não |
| Curso só de inglês, de 6 a 11 meses | Short-term study visa: £ 228 + IHS (UKCISA) | Não |
| Graduação, mestrado, doutorado ou cursos acima de 11 meses | Student visa: £ 558 + IHS, carta CAS da universidade, inglês comprovado e maintenance funds (GOV.UK) | Em geral, até 20h semanais durante o período letivo (cursos de nível superior) |
Fontes: GOV.UK, UKCISA e English UK. Valores vigentes desde 8 de abril de 2026.
Depois da formatura, o Graduate visa permite ficar e trabalhar no país sem patrocínio de empresa. Atenção à mudança: pedidos feitos até 31 de dezembro de 2026 garantem dois anos; a partir de 1º de janeiro de 2027, o prazo cai para 18 meses para graduação e mestrado. Para quem conclui doutorado, segue em três anos.
Outra dica: trate a renda de trabalho durante os estudos como complemento, não como base do orçamento. O limite de horas é rígido e a comprovação financeira precisa ser feita antes de embarcar.
Como se planejar para fazer intercâmbio no Reino Unido
Com os números na mão, fica mais fácil transformar o sonho em meta. Veja um passo a passo:
1. Defina a meta total em libras
Some tudo: mensalidade, comprovação de custo de vida, visto, IHS, passagens, caução de aluguel e uma reserva para imprevistos. Pensar em libras primeiro evita que a variação do câmbio distorça o tamanho real do objetivo. O https://lps.avenue.us/guia-pratico-de-investimentos-internacionais/ da Avenue ajuda a estruturar esse planejamento.
| Exemplo ilustrativo: um ano de mestrado em Manchester Mensalidade hipotética: £ 28.000 Maintenance funds (fora de Londres, regra a partir de 30/11/2026): £ 10.827 Taxa do visto de estudante: £ 558 IHS para um visto de cerca de 16 meses: £ 1.164 Total estimado: £ 40.549, ou cerca de R$ 280 mil com a libra a R$ 6,91, sem contar passagens, caução e reserva de emergência. Exemplo exclusivamente ilustrativo. Valores reais variam conforme curso, cidade e câmbio. |
2. Comece cedo
O ideal é iniciar o planejamento financeiro de 12 a 36 meses antes do embarque, dependendo da modalidade. Lembre também dos prazos acadêmicos: para a graduação, o UCAS costuma fechar em outubro para Oxford, Cambridge e medicina, e em janeiro para a maioria dos cursos. Para bolsas como a Chevening, o processo começa quase um ano antes.
3. Dilua o risco cambial
A libra oscila bastante frente ao real. Em 2024, por exemplo, ela se valorizou cerca de 25% contra a moeda brasileira, segundo a PTAX do Banco Central; ao longo de 2026, recuou cerca de 6% até setembro. Quem deixa para converter tudo de uma vez fica exposto a esse sobe e desce. Comprar moeda forte aos poucos, com a estratégia de 🔗 dólar médio, ajuda a formar um custo médio mais equilibrado ao longo do tempo. Entenda melhor em 🔗 Risco cambial: por que a dolarização pode ser sua aliada. Para ir além, leia também https://connection.avenue.us/educacional/intercambio-nos-eua/ e https://connection.avenue.us/educacional/quando-comprar-dolar/.
4. Separe o dinheiro por horizonte
Os valores que você vai usar nos próximos meses, como a comprovação de 28 dias, a primeira anuidade e as despesas de chegada precisam estar disponíveis como saldo na sua conta corrente internacional. Já os recursos para os anos seguintes de uma graduação, por exemplo, têm um horizonte mais longo e podem fazer parte de uma estratégia de investimentos no exterior, sempre de acordo com o seu perfil de investidor. Para conhecer as alternativas, veja 🔗Como investir em dólar morando no Brasil: o passo a passo para iniciantes.
5. Organize a vida financeira lá fora antes de embarcar
Defina como vai pagar a mensalidade (muitas universidades aceitam pagamento internacional por plataformas próprias), como vai receber recursos da família e como vai pagar as contas do dia a dia. Resolver isso antes de chegar evita surpresas com tarifas e prazos.
Como a Avenue pode ajudar no seu intercâmbio no Reino Unido
A Avenue reúne em um só lugar as peças financeiras de um projeto global, do planejamento em casa até o dia a dia no Reino Unido:
- Câmbio e conta global em dólar: você envia reais via Pix, converte para dólar pelo app e acompanha tudo em tempo real. As operações têm IOF e spread cambial; os custos atualizados ficam em avenue.us/custos. Veja o passo a passo em 🔗 Como fazer transferência internacional. Para entender as diferenças entre os tipos de conta, leia 🔗 Conta internacional para brasileiros: o que é e como escolher a sua e 🔗 Como abrir conta em dólar: o passo a passo para começar sua vida global.
- Cartão de débito internacional: o cartão da Avenue pode ser usado nas compras do dia a dia no Reino Unido, com a conversão do saldo em dólar para libra feita no momento da transação. Confira os custos por transação aqui. Com o cartão de dependente, a família acompanha os gastos do estudante em tempo real.
- Investimentos no exterior: para metas de prazo mais longo, como os anos seguintes de uma graduação, a plataforma dá acesso a renda fixa e renda variável internacionais, permitindo construir o patrimônio do projeto em moeda forte, conforme o seu perfil.
Está pensando em comparar destinos? Veja também 🔗 Intercâmbio na Irlanda: por que o país virou o queridinho dos estudantes brasileiros.
Seu intercâmbio no Reino Unido começa no planejamento
O Reino Unido oferece ensino de excelência, cursos mais curtos e uma experiência que abre portas para uma carreira global. Em troca, pede organização: custos em libra, comprovação financeira rígida e regras de visto que mudam com frequência, como os reajustes de novembro de 2026 e o novo prazo do Graduate visa em 2027.
Quem começa cedo, define a meta em moeda forte e dilui as compras de câmbio ao longo do tempo chega na hora do visto com muito mais tranquilidade. E esse é um passo que pode começar hoje.
Comece a planejar seu intercâmbio com a Avenue
Abra sua conta na Avenue e reúna câmbio, conta em dólar, cartão internacional e investimentos no exterior em um só lugar.
FAQ: intercâmbio no Reino Unido
Quanto dinheiro preciso comprovar para o visto de estudante no Reino Unido?
Além da mensalidade do primeiro ano ainda não paga, é preciso comprovar custo de vida por até nove meses. Para pedidos a partir de 30 de novembro de 2026, são £ 1.570 por mês em Londres (até £ 14.130) e £ 1.203 por mês fora de Londres (até £ 10.827). O valor precisa ficar na conta por 28 dias seguidos.
Brasileiro precisa de visto para fazer curso de inglês no Reino Unido?
Para cursos de até seis meses, não é preciso visto, mas a ETA (autorização eletrônica de viagem, de £ 20) é obrigatória. Para cursos só de inglês entre seis e onze meses, é necessário o Short-term study visa.
Quanto custa um ano de intercâmbio no Reino Unido?
Depende muito da modalidade e da cidade. Um mestrado de um ano fora de Londres pode passar de £ 40 mil somando mensalidade, comprovação de custo de vida, visto e IHS, como no exemplo ilustrativo acima. Um curso de inglês de algumas semanas custa bem menos.
Posso trabalhar durante o intercâmbio no Reino Unido?
Com o Student visa para cursos de nível superior, em geral sim, até 20 horas semanais durante o período letivo. Quem entra com ETA ou com o Short-term study visa não pode trabalhar.
Existe bolsa do governo britânico para brasileiros?
Sim. A Chevening, do FCDO, financia mestrados de um ano e aceita candidatos brasileiros. As inscrições costumam abrir em agosto e fechar em outubro do ano anterior ao início do curso.
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