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“Diáspora Patrimonial” dá o tom à abertura do Avenue Connection

Diáspora Patrimonial: por que internacionalizar investimentos é mais urgente do que nunca

16 jul 2025

Resumo

A segunda edição do Avenue Connection começou nesta quarta-feira (16) ao som da Sinfonia do Dólar, uma composição inédita que transformou em música os picos de valorização da moeda americana frente ao real nas últimas três décadas. Criada por Will Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, em parceria com o maestro Henrique Tanji, a performance abriu o evento com uma mensagem clara: o dólar não apenas influencia a economia global, ele rege nossas decisões, comportamentos e o futuro.

No evento, parceiros e clientes da Avenue acompanharam os debates em torno do tema central da conferência: “Diáspora Patrimonial”. O conceito, escolhido para orientar esta edição, inspirou a palestra de Daniel Haddad, Chief Investment Officer da Avenue, que abriu sua apresentação com uma provocação que ecoou no público: “E agora, justo na minha vez de investir acabou a festa nos Estados Unidos?”

“Precisamos separar o que é ruído do que é informação”

Notícias questionando a hegemonia americana e do dólar enquanto referência para transações comerciais podem ser facilmente encontradas nos acervos dos principais meios de comunicação ao longo dos últimos 50 anos. “Mas o que os principais índices do mercado, como o S&P 500, têm nos mostrado? Que a bolsa americana segue batendo recordes e que o excepcionalismo dos Estados Unidos segue muito superior ao dos demais mercados mundiais”, pontuou Haddad.

De acordo com o executivo, um dos segredos do país está no seu foco estrutural: “os Estados Unidos sempre estiveram na vanguarda da inovação: telefonia, satélite, computador pessoal, smartphone, internet, cloud computing, robótica, inteligência artificial… Tudo nasceu lá. Há vinte anos, as maiores empresas do S&P 500 eram de capital intensivo. Hoje, são de tecnologia. Outro exemplo: das dez maiores empresas do mundo, nove são americanas. E investidores de todos os lugares estão aproveitando essa festa, porque o mundo nunca esteve tão conectado com os EUA”, afirmou.

O panorama dos últimos anos reforça a participação dos investidores estrangeiros no mercado americano, que saltou de 5% para 18% nas últimas duas décadas.

Vale lembrar: quem são os EUA?

Mas onde está o investidor brasileiro nesse cenário? Segundo Haddad, apenas 2,5% do patrimônio dos brasileiros está investido no exterior, taxa muito inferior à de países como Áustria, Alemanha e Canadá que, com economias mais abertas e estáveis, além de juros mais baixos e maior educação financeira da sua população, há tempos superaram esse índice.

“Momentos como o atual de alta volatilidade não deveriam nos assustar, mas sim acelerar nossas decisões rumo à diversificação internacional. Ainda somos muito táticos, focados no curto prazo, quando o essencial é fortalecer a base estrutural das nossas carteiras”, destacou.

O executivo fez questão de lembrar sobre quem são os Estados Unidos –  país que, com apenas 4% da população mundial, gera 25% da riqueza global e responde por 30% do consumo do planeta.

Haddad destacou ainda outro dado impactante durante a sua palestra, sobre o tamanho da economia americana.

Em 2011, o PIB americano era seis vezes maior do que o brasileiro; hoje, já é doze vezes maior. Quem ficou preso ao ruído do noticiário e esqueceu do que realmente importa, a transformação secular em curso, empobreceu

Daniel Haddad

CIO da Avenue

Nada bate o CDI?

Para aqueles que ainda preferem alocar apenas no mercado local, Haddad apresentou um gráfico contundente: “se em 2015 você tivesse investido o seu patrimônio no CDI, teria obtido 4% de retorno em dólar. No mesmo período, quem investiu diretamente em títulos dolarizados teve 22% de retorno, ou seja, seis vezes mais”.

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A Diáspora Patrimonial já está acontecendo

Em seu encerramento, Haddad pontuou que esse movimento global de diversificação já começou e vai se intensificar.

“Na nossa visão, a Diáspora Patrimonial já está acontecendo, impulsionada por uma intensa transferência geracional prevista para os próximos 10 a 25 anos”, complementa.

Direto de Miami, o CEO e fundador da Avenue, Roberto Lee, acrescentou em sua participação ao vivo: “os anos de 2024 e 2025 foram marcados por muita imprevisibilidade e volatilidade, provocadas por guerras comerciais, militares e políticas. Mas também vimos uma grande aceleração em transformações seculares, como corrida espacial e inteligência artificial.

O Brasil ainda investe muito pouco lá fora, mas esse cenário já está mudando e deve aumentar mais de dez vezes nos próximos anos. E o melhor caminho para liderar essa evolução é por meio da informação, por isso criamos o Avenue Connection.

Roberto Lee

CEO da Avenue

Em um momento em que o Brasil precisa fortalecer a sua resiliência financeira e ampliar a capacidade de consumo da população, internacionalizar o patrimônio deixa de ser uma opção e se torna uma necessidade. Como afirmou Haddad, “se o melhor momento não foi ontem, precisa ser agora”.

DISCLAIMER

A Avenue Securities LLC é membro da FINRA e da SIPC. Oferta de serviços intermediada por Avenue Securities DTVM. Veja todos os avisos importantes sobre investimento: https://avenue.us/termos/.

Redação Avenue

A Avenue é uma empresa americana que é referência para o brasileiro que busca uma evolução real do seu patrimônio, em dólar. A sua plataforma de investimentos internacionais.

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